Padre Levedo
Sábado, Junho 29, 2002
MAIS UM AVISO

Mudei o template para que os posts sejam exibidos em ordem cronológica dentro do mesmo dia. Portanto, posts mais antigos podem parecer esquisitos. Estou fazendo a maior reforma no blog! Talvez daqui a um ano eu coloque figurinhas e gifs animados.
AVISO AOS NAVEGANTES

Agora os archives estão funcionando. Separei em duas seções, "textos antigos" e "textos MUITO antigos". A primeira vai ser gerenciada automaticamente pelo blogger (se Deus e São Jorge ajudarem!) a partir de hoje, e a segunda foi um backup que fiz esses dias, antes que a besta devoradora sumisse com minhas contribuições imorredouras às letras nacionais.
Sexta-feira, Junho 28, 2002
JUJUBAS

Saiu na IstoÉ:

- 52% dos professores em Fortaleza afirmam detestar seus alunos
- Herdeiros do compositor John Cage estão processando o produtor musical Mike Blatt por plagiar um minuto de silêncio absoluto inserido entre faixas de um album
- Executivo japonês ganha na justiça o direito de ir trabalhar vestido de mulher
- 67% das alemãs e austríacas não depilam as axilas
NOSTRADAMUS

Através da minha Linha Direta com DEUS, fiquei sabendo que:

1. O Brasil será pentacampeão;
2. José Serra será eleito;
3. Continuaremos na mesma merda - senão pior -, enquanto a trolha neoliberal vai entrando sem KY.
E POR FALAR EM KY

O Marcelo e a Tati já estavam juntos há um mês quando resolveram transar sob os efeitos da cannabis indica. Uma amiga da Tati tinha recomendado, falando que era uma loucura, que ela ia subir pelas paredes, etc.
Pois bem.
O Marcelo conseguiu a mercadoria e lá foram os dois pra casa da Tati, pois os pais tinham viajado. Fumaram o hash, que por sinal era fortíssimo, ficaram doidões e partiram pro rala-e-rola. Depois de usar a língua como uma espada ninja em Tati, deixando-a com cãibras de tanto gozar, o Marcelo virou a menina de bruços para um anal básico. Mas, cadê o KY? Não tem - disse a Tati -, mas vai no armário do banheiro que tem vaselina numa latinha redonda.

(Interrompemos este post para elucidar que Marcelo, imprudentemente, não estava usando camisinha. Mas, como diria o grande filósofo Chico Paraíba, um pouco de prudência é necessário; muita prudência é um saco)

Mexe e remexe, vira e revira o armarinho do banheiro e nada da latinha redonda. Aí o Marcelo viu, através da penumbra, que ela estava atrás dum pote de qualquer coisa. Pegou a latinha e voltou pro quarto. Deu um beijinho na bunda da Tati, abriu a latinha, besuntou bem o Darth Vader e mandou ver!
Quem notou primeiro foi a menina, que começou a gritar - e não era um grito de prazer. Depois foi ele que percebeu. Parecia que tinham colocado o seu piu-piu numa fornalha. Saiu de cima dela, acendeu a luz e viu o que tinha usado como lubrificante:
Vick Vaporub.
Quarta-feira, Junho 26, 2002
"O CÉU É A MAIOR BUCETA QUE EXISTE"
- Charles Bukowski
DIGA-ME COM QUEM ANDAS E TE DIREI SE VOU JUNTO

Saiu na Veja desta semana:

TRAGICOMÉDIA À CARIOCA

Os diálogos interceptados na escuta telefônica feita pelo Ministério Público nos celulares dos bandidos presos em Bangu I na semana passada são de arrepiar, mas em pelo menos um deles - ainda inédito - o tom é de pura comédia. Um dos traficantes mais perigosos do Rio de Janeiro, em conversa com uma moradora de uma favela carioca, pergunta sobre uma antiga namorada. De bate-pronto, vem a resposta da moça: "Estou muito preocupada. Ela está andando com alguns maus elementos..."
Domingo, Junho 23, 2002
MARKETING

Tem um anúncio do Chivas que é o seguinte: um cara está andando pela praia quando encontra uma garrafa que contém uma mensagem: "Estou numa ilha deserta, vítima de um náufrágio, com 24 caixas de Chivas Regal. Por favor, não mande socorro".
DA SÉRIE "PIADAS MUITO, MAS MUITO ESCROTAS"

A Maria, esposa do Manuel, traz uma latinha de material para exame, no laboratório. A atendente lhe diz:
- Por favor, senhora, escreva o nome nesta etiqueta e cole na tampa da latinha.
A portuguesa faz. Depois que vai embora, a moça pega a latinha. Na etiqueta está escrito:
"MERDA".
Sexta-feira, Junho 21, 2002
DAY BY DAY

Vejam só, nada melhor do que um dia depois do outro. Logo após ser xingado de pedante por um anônimo, recebo uma homenagem repleta de delicadeza da Sylvia Zappa. Ela não só publicou um poema meu em seu blog, como teve a ousadia de dizer que eu era uma espécie de J.D. Salinger em formato concentrado. Fiquei tão envaidecido que ninguém mais consegue suportar meu ego hipertrofiado.

Um beijão procê, Sylvia.
Quarta-feira, Junho 19, 2002
GUERRA!

Tem gente que nunca está satisfeita. Recebi um e-mail de um sujeito me xingando de pedante - francamente, tive que rir -, só porque posto poemas de Rimbaud, Rilke, Baudelaire, Blake e outros quetais, com os originais e (tentativas de) tradução. Aí declarei guerra. Fui no site do Alysson Gothz - que por sinal é engraçadíssimo e ostenta o mimoso nome de "Meu Cu, Minhas Tetas" - e peguei munição. Agora vocês vão ver o que é bom pra tosse!

A Marvada

Com a marvada pinga
É que eu me atrapaio
Eu entro na venda
E já dou meu taio
Pego no copo
E dali num saio
Ali mesmo eu bebo
Ali mesmo eu caio
Só prá carregá
É que dou trabaio, ôi lá!

Venho da cidade cantando
Trago um garrafão
Que venho chupando
Venho pros caminhos
Venho tropicando
Chifrando os barranco
Venho cambetiando
E no lugar onde eu caio
Já fico roncando, ôi, lá!


O marido me disse:
Ele me falô
Largue de bebê
Peço por favô prosa de hôme
Nunca dê valô
Bebo com o sol quente
Prá esfriar o calô
E bêbo de noite
É pra fazê suadô, oi lá!


Cada vez que eu caio
Caio deferente
Meaço prá trás
E caio prá frente
Caio devagá
Caio de repente
Vou de corropio
Vou diretamente
Mas sendo de pinga
Eu caio contente, ôi lá!


Pego o garrafão
E já balanceio
Que é prá mode vê
Se está mesmo cheio
Num bebo de vez
Porque acho feio
No primeiro gorpe
Chego inté no meio
No segundo trago
É que disvaseio, oi lá!


Eu bebo da pinga
Por gosto dela
Eu bebo da pinga branca
Bebo da amarela
Bebo nos copos
Bebo na tigela
Bebo temperada
Com cravo e canela
Seja quarquer tempo
Vai pinga na goela! Ôi lá!


(é marvada pinga)
Eu fui numa festa no rio Tietê
Eu lá fui chegando no amanhecê
Já me déro pinga prá mim bebê
Já me déro pinga prá mim bebê
Tava sem fervê!
Eu bebi demais
E fiquei mamada
Eu cai no chão
E fiquei deitada
Ai, eu fui prá casa
De braço dado
Ai! De braço dado
E com dois sordado!
Ai, muito obrigado!
Segunda-feira, Junho 17, 2002
ESTRANHOS TIPOS DE DIVERSÃO

Li uma reportagem sobre o que talvez seja o segundo esporte mais perigoso do mundo, depois de fazer reportagem em favela: mergulhar em cavernas submersas. Não consegui, sinceramente, atinar no que leva um sujeito a fazer isso. Se enfiar em buracos estreitos debaixo d'água (buracos geológicos, seus tarados!), nadando com uma lanterna - não há luz natural -, onde qualquer movimento mais desastrado levanta o lodo acumulado no chão e reduz a visibilidade a zero. Centenas de pessoas já morreram, perdidas nos túneis que se multiplicam nas cavernas submersas.

Confesso que tenho uma certa claustrofobia; não gosto nem de elevador. Esse "esporte" estaria fora de cogitação, no meu caso. Fiquei espantado quando vi uma foto da reportagem, um sujeito praticamente entalado em uma fresta a 30 metros de profundidade e que SORRI para a câmera! Era um dos maiores especialistas nesse tipo de mergulho, e declarou que sentiu a morte de perto dezenas de vezes. Numa das cavernas em que ele entrou, o cara encontrou o corpo de outro mergulhador que não conseguiu sair de lá. Era um rapaz de 27 anos que, percebendo que iria morrer pela falta de ar, puxou uma espécie de bloco de anotações e deixou um recado para a família.

A longo prazo, todos estaremos mortos. Mas não vejo nenhum motivo para procurar a morte. Ela virá, não se preocupe.

Falemos da proximidade da morte. Mas da proximidade acidental, não a proposital.

Um colega meu já passou por uma experiência, no mínimo, bizarra. Velejador, ele ia de Santos até Parati sozinho, no seu barco. Ligou o piloto automático e foi fazer uma caipirinha. Na volta, como o convés estava molhado, escorregou e caiu no mar. Não me perguntem como ele conseguiu isso; só sei que aconteceu mesmo. Aí o veleiro foi embora, sem ninguém a bordo. O cara teve que nadar seis horas sem parar para atingir a terra firme. Eu perguntei para ele se tinha tanto preparo físico assim. "Que nada!" - disse ele - "Eu estava era me cagando de medo de morrer!"

Por incrível que pareça, o veleiro chegou a Parati sozinho. Os pescadores perceberam que tinha algo de errado, subiram no barco e o atracaram. Deram uma geral no interior e acharam a agenda do meu colega. Ligaram pra casa dele, ele foi lá e trouxe o barco de volta. Depois dessa presepada toda, ele parou de jogar na Sena. Diz que, provavelmente, seu estoque de sorte acabou pro resto da vida.

Já peguei uma tempestade no meio da lagoa dos patos, no Rio Grande do Sul. Estávamos num veleiro, também. Se você olhar no mapa, vai ver que essa lagoa - que na verdade é uma laguna, pois tem saída para o mar - é imensa. Quando se está no meio dela, não se enxerga coisa alguma exceto água. Foi ali, exatamente no centro daquela imensa extensão de água, que desabou uma tempestade terrível. O veleiro era um O'day 27, barco pequeno de 27 pés, o que dá mais ou menos 8 metros. A tripulação era de três pessoas, a vodka já havia acabado e fazia um frio desgraçado. Parecia que estávamos montando um touro mecânico; as ondas cobriam o convés. Numa situação destas, se acontece de o barco afundar todo mundo morre, mesmo com colete salva-vidas, mesmo sendo o campeão mundial de natação; as ondas cobrem a cabeça com tanta freqüência que o sujeito não tem como respirar.

Pensei: "pode ser que eu morra. Mas que bosta, como é que me coloquei nessa situação?! Eu deveria era estar sentado na sala, assistindo um filme e bebendo um conhaque!"

Curiosamente, frente a uma possibilidade concretíssima de acabar morto, minha reação foi rir descontroladamente daquela situação absurda. Meus dois colegas me olhavam como se tivesse perdido o juízo.

Bem, lutamos contra a tempestade a noite toda. Não podíamos atracar porque se o veleiro acaso encalhasse, jogado pelas ondas, aí é que iríamos nos fuder direitinho. O litoral oposto da lagoa dos patos - que fica do lado do mar -, justamente para onde o vento estava soprando, é uma extensíssima faixa de terra desabitada. Então, não pregamos o olho a noite toda. Programaço, hein?

Quinta-feira, Junho 13, 2002
PENSAMENTO DO DIA

Se você engolir um rato podre de manhã bem cedo, dificilmente algo pior poderá lhe acontecer.
Segunda-feira, Junho 10, 2002
A FELICIDADE NO ESTADO LÍQUIDO

Quando o dólar estava valendo 89 centavos de real (sim, crianças, eu fui testemunha ocular desta época feliz), fiz uma extravagância. Depois de tanto ouvir falar do Johnny Walker Blue Label, comprei uma garrafa pra mim. Custou exatos R$199. A garrafa vem numa caixa, toda chique, e com um livrinho. Pensei: porra, o primeiro uísque que vejo que vem com manual de instruções! Mas na verdade era só uma historinha que contava a origem dos maltes que compunham o uísque, que não é um "single malt" - feito apenas de um malte. Mas isso são tecnicalidades. Vamos ao que interessa.
Minhas caras ovelhinhas, talvez haja no Universo algum uísque melhor do que esse, porém não é do meu conhecimento. Eu pensava, na pequenez das minhas idéias, que já havia bebido uísque. Tolo e infantil engano! Eu havia bebido imitações de uísque. Simulacros. Fac-símiles.
Eu costumo sempre colocar água no uísque. No caso do Blue Label, isso não só é uma heresia como deveria ser considerado crime punível com, pelo menos, seis anos de prisão. Percebi este fato imediatamente, pois como se tratava de uma bebida tão cara, experimentei a primeira dose pura, sem gelo nem água.
Imediatamente os portais do CÉU se abriram e ouvi as harpas dos querubins. Olhei com temor e respeito para a garrafa, repetindo mentalmente: nunca acabe, nunca me deixe só.
Hoje o Blue Label está por volta de R$500. Juntem dinheiro, se endividem, ponham no cartão de crédito parcelado em 6 vezes, mas NÃO deixem de experimentar essa maravilha engarrafada.
Domingo, Junho 09, 2002
FAZ 3 DIAS QUE TENTO POSTAR NESSA PORRA E NADA !
Sábado, Junho 08, 2002
NUNCA DEIXE UM COMPUTADOR PERCEBER QUE VOCÊ ESTÁ COM PRESSA
Sexta-feira, Junho 07, 2002
TODA SEXTA-FEIRA É SANTA

É hoje, minhas ovelhinhas. Após as 18 horas, já livre de compromissos mundanos, poderei reiniciar minha Santa Peregrinação pelos botecos e puteiros desta cidade que ruge, para levar a Luz e a Verdade aos que tateiam nas Trevas. Atenção para a previsão do roteiro:

19:30- Bar do Lingüiça. Umbigada clássica no balcão, a primeira ampola geladíssima escoltada por um steinhager. Calabresa com cebola. Discussão acirrada com o Toninho Vagareza sobre os Irmãos Marx: Groucho, Chico, Harpo, Burle, Karl e Armando.

23:00- Mesa de sinuca. O número de cervejas consumidas está quase em dois dígitos. Jogo tenso, confuso e com muito bate-boca. Brado passagens do Eclesiastes, tomado de Fúria Divina.

12:30- Rápida inspeção pelas calçadas da Augusta para verificar se a Daiane está fazendo ponto. Pergunto pro Bolacha, que está encostado num poste, onde está a rapariga: saiu com um gringo. Significa que não poderei segurar aquelas gigantescas protuberâncias mamárias feito um ávido estudante de geografia examinando dois globos terrestres.

01:30- Puteiro da Dona Vera. Bebo uma dose de cachaça com a Malu, que está de cabelo alisado, lentes de contato verdes e batom vermelho-urucum. Pergunto o que uma moça como ela faz num lugar como aquele. Ela responde que depende de quanto o freguês pagar. Opto pelo Karaokê, por questões lamentavelmente pecuniárias. Da próxima vez, levo mais dinheiro para fazer Malu morder a fronha.

03:00- Bato ponto no boteco do turco Tufik. As putas estão na chamada "hora da sopinha". Como um quibe frito de aparência suspeitíssima, enquanto falo sobre o Evangelho de São Mateus para uma gordinha bem animada.

04:30- Padoca do Seu Eliseu. A madrugada já está nos seus estertores. Bebo as várias saideiras, acompanhadas de vodka, antes do café da manhã, conversando com Chico - personagem folclórico do bairro, doido varrido. Ele me conta que é primo do Roberto Carlos. Tento convertê-lo à Fé Cristã, sem sucesso.

06:00- Casa. Café com conhaque seguido de desmaio, completamente vestido, na cama.

Amém.
Quarta-feira, Junho 05, 2002
DA SÉRIE "FRASES DO CACETE"

"Se você acredita em tudo o que lê, é melhor não ler" - provérbio japonês
PECUNIA OMNI SOLVIT

Intrigado pela reportagem de capa daquele panfleto de Washington que atende pelo nome de "Veja", perguntei a uma de minhas secretárias, noviça Dolores Furacão, quanto tempo dura uma paixão. Ela me falou que em média dura uma hora, mas custa 150 reais.
Terça-feira, Junho 04, 2002
PET RENT

Leiam aqui a história do falso site de aluguel de bichos de estimação. Quase me engasguei com uísque, de tanto rir, enquanto lia a nota. Mas o melhor de tudo foi que colocaram o telefone de um traveco para contato. Perfect! Imagino o tipo de impropérios que o aflito veado despejou nos ouvidos dos chatos que ligaram para acusá-lo de "monstro", "desalmado", e outras coisinhas.
SODOMIA

Com a recente mudança na legislação dos fundos DI, que os obriga a avaliar diariamente a preço de mercado o valor de seus papéis, fica bem mais claro o papel dos investidores na sucessão presidencial. Explico: quando se comprava um papel do governo, este era avaliado com base em uma curva, presumindo que este seria pago em um determinado prazo (até 30 anos, no caso de títulos da dívida agrária). Agora, o valor do papel está sendo mensurado diariamente, ficando ao sabor do "mercado" (leia-se, bancos estrangeiros).
Mas por que?
Porque é necessário que os investidores possam fugir a tempo de um possível calote, no caso da eleição de Lula se configurar inevitável. Não sei de onde tiraram isso. O recado dos grandes bancos transnacionais é bem claro: parem de brincar de democracia e se ponham no seu lugar de colônia, senão vão virar uma imensa Argentina.
Segunda-feira, Junho 03, 2002
DA SÉRIE "PIADAS MUITO, MAS MUITO ESCROTAS"

Deus, de cima de uma nuvem, pega um binóculo e olha para o Brasil. Aí exclama, horrorizado:
"Pelo amor de mim, que pouca vergonha! O que São Paulo está fazendo em cima de Santa Catarina?!"

CIÚMES

Conheci um casal bem moderninho que gostava de praticar sexo em grupo. Eles iam a um clube fechado, tiravam a roupa e caiam na gandaia junto com o pessoal. Sem o menor problema.
Uma vez, na casa deles, todos estávamos bem embriagados. Aí perguntei pro cara se ele não sentia ciúmes em ver a mulher sendo comida por outros homens bem na frente dele. A resposta, que veio dela: ele só tem ciúmes quando dou a bundinha, hahaha.
Ah, tá.
Domingo, Junho 02, 2002
NATIONAL ANTHEM - OF ANOTHER PLANET

Incentivado pelo pessoal do Cocadaboa, assisti o jogo Espanha x Eslovênia, cedinho no domingo, junto com meu cachorro, que latiu em alguns lances duvidosos da arbitragem. Fiquei extremamente comovido com o hino nacional da Eslovênia, que dizia mais ou menos:

"O vinho doce já está preparado
O vinho que leva nossos problemas para longe
Um dia as nações serão uma só
E não haverá guerra"

Tudo bem, mas não nesse planeta. É o hino nacional de outro planeta.